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Amazônia e Copaíba, uma vivência real



Na região da Amazonia, que inclui os estados: Amazonas, Acre, Roraima, Rondônia, Pará, Amapá e parte do Mato Grosso, Tocantins e Maranhão, vivem cerca de 180 povos indígenas, somando uma população de aproximadamente 440 mil indivíduos, além dos povos isolados. São diversos povos vivendo em diferentes situações de relação e contato com os povos das sociedades não indígenas. Os povos dessa região são: Korubos, Marubos, Yanomamis, Macuxis, Suruwaha, Kamayurás, Waurás, Ticunas, Boras, Perarrãs, Jumas, Awás, Zo´es, Ashininkas, Yawanawás, Tukanos, Tatuyos, Xingus, Banawás, Barás, entre outros.

É na Amazonia que se concentra a maior população indígena com cultura preservada do Brasil. A cada dez anos a FUNAI registra atividades entre os indígenas, principalmente nas regiões de Rondônia, Mato Grosso e Maranhão, onde se encontram as tribos mais isoladas, que não mantem relações com o homem urbanizado. Analisando raras imagens desses povos podemos dizer que eles vivem nus, produzem seus próprios alimentos, fabricam suas ferramentas e falam línguas não identificadas, mas seus rituais e crenças ainda são uma incógnita.

Esses povos evitam o contato com outros grupos e lutam contra tentativas de aproximação. Cuidam do seu território e não aceitam tentativas de contato, se protegendo com flechas e técnicas de lutas. Se camuflam com facilidade na floresta, são violentos e difíceis de serem encontrados.


Já os indígenas registrados que vivem na floresta Amazônica, em sua maioria, vivem da seguinte forma. Dormem em redes dentro de ocas comunitárias e, como seus antecedentes, caçam, pescam, cultivam vários alimentos, falam línguas nativas e na maioria sabem se comunicar em português.


Suas crenças e ritos são conectados com a natureza e aos elementos naturais da floresta. São mais de 2000 espécies de plantas identificadas como de utilidade na alimentação e na medicina, mais esse número cresce a cada dia, por conta de novas descobertas da flora Amazônica. Os índios utilizam as plantas e seus princípios ativos em diversas medicinas. Muitas delas podem ser usadas maceradas, como unguentos, puros ou associados a banhas de animais ou óleos vegetais. As plantas terapêuticas mais utilizadas são: Mulungu, Jambu, Andiroba e a Copaíba. A WNF possui em seu portfólio a melhor Copaíba produzida na Amazonas.


Esta arvore pode viver até 400 anos e atingir altura de 40 m. Do seu trono, caule, extraímos um óleo resinoso essencial que serve para inflamações de garganta, da boca, na musculatura em geral e como expectorante. É um excelente antisséptico natural, com atividade cicatrizante e de renovação celular dos tecidos. Age positivamente em quadros de dermatites, urticarias, psoríases, caspa, micoses, acnes, herpes, feridas, picadas de insetos, picadas de cobras e aranhas. Esse ativo pode ser usado puro na pele, ou associado a cremes, óleos vegetais e manteigas.

A WNF por ser uma empresa de valores ESG, apoia o cultivo e extração desse óleo essencial na região Amazônica. Ela é parceira e está associada a comunidades que exploram a Copaíba como matéria prima diferenciada para as industrias farmacêuticas e cosméticas, com o objetivo de fracionamento e produção de cosméticos veganos e naturais.




Pode perguntar: @cristiane_wnf ou e-mail cristiane.pagliuchi@wnf.com.br

Fonte: Cristiane Pagliuchi


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Por Cristiane Pagliuchi


Eng Cosmética, Aromaterapeuta, especializada em osmologia, psicoaromaterapia e linguagem do corpo.



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