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Expedição WNF Amazônia - Copaíba





A expedição da WNF foi organizada para mostrar a todos como o nosso óleo essencial resina de copaíba é extraído das árvores nativas da Amazônia.


A viagem começa em Manaus, na capital do Amazonas. Manaus é uma cidade rica em história e foi a primeira capital brasileira a ter energia elétrica. Foi criada no século XVII para demonstrar o domínio português na região e foi escolhida como capital na época.


Visitamos o Teatro Amazonas, um dos mais importantes teatros do Brasil e principal cartão-postal da cidade de Manaus. Foi inaugurado em 1986 para atender ao desejo dos grandes barões da borracha e da elite amazonense, que idealizava a cidade à altura dos grandes centros culturais europeus. Conferimos de perto toda a riqueza envolvida na construção com arquitetura e materiais vindos da Europa. É realmente maravilhoso, uma imersão na história do Brasil.


Fomos também no mercado da cidade, um local pitoresco e cheio de riquezas da floresta amazônica.


Lá encontramos artesanatos típicos, plantas e muitas ervas com atividades especificas de cura, consideradas como remédios naturais pelo povo amazonense.


Provamos o tacacá, comida típica com tucupi e jambu, pacová, tucumã e várias farinhas e pimentas típicas variadas, amamos a murupi.


No mesmo local visitamos as peixarias com vários peixes de rio, conhecemos o tambaqui, matrixã, pacú, tucunaré, jaraqui e o famoso Pirarucu, considerado como o bacalhau brasileiro. O Pirarucu chega a ter até 3 m de comprimento, chamado pelos amazonenses como “gigante do Amazônia”. A equipe da WNF experimentou quase todos os peixes e o que mais nos agradou foi o Matrixã, recheado com farofa com pacová — uma banana específica da região, além do tambaqui de banda assado. Ambos são gordurosos, mas muito saborosos. Come-se com farofa, que é a farinha branca, amarelada ou com a farinha uarini ou ovinha. Essa é bastante dura e em formato redondinho, que lembra ovas de peixes. Peixe, farinha e pimenta fazem parte da alimentação amazonense.


No dia seguinte, partimos para a nossa aventura que começou na Rodovia Estadual AM-10, rumo às copaibeiras centenárias. Foi uma viagem de 9 horas devido ao acesso difícil e cheio de buracos no asfalto, além da ocorrência de algumas paradas inesperadas durante o trajeto. A estrada é exatamente o que os noticiários ilustram, bem perigosa e com muitos acidentes. Foi um dia exaustivo, mas tudo compensou ao final, quando chegamos na balsa que nos transportaria para a comunidade mais próxima da selva. Naquele momento fomos presenteados com um pôr do sol magnifico e que nos conectou com os encantos do rio e da floresta, cheia de vida e de sons de pássaros nativos. Sentimos o coração quente e que o nosso propósito seria alcançado no dia seguinte rumo às copaibeiras. Continuamos a expedição ainda mais motivados.


No outro dia acordamos com o nascer do sol, estonteante, e muito calor.


A temperatura do local é sempre quente e durante a nossa estadia, variou de 37 a 39 graus, com umidade alta no ar. Todos os dias chovia um pouco, pois estávamos na época das chuvas que vai até julho aproximadamente. Essa época é ideal para se navegar nos afluentes do Rio Amazonas e Rio Negro, e facilita os acessos para as trilhas. Nossa viagem de lancha foi de 3 horas seguidas.

A experiência da navegação nos revela cores e odores harmônicos e a paisagem remete à pura aventura. Chegamos finalmente no início da floresta que nos levaria até as copaibeiras daquela área.


O local que visitamos tinha 10 copaibeiras ativas e o percurso foi de aproximadamente 20 km de caminhada.


Pedimos licença para iniciarmos a trilha, pois a floresta é densa e cheia de surpresas. É uma floresta primária onde o contato com o ser humano é mínimo, considerada uma floresta virgem. Os mateiros, muito conscientes e treinados, não prejudicam o bioma do local e o impacto é sempre o menor possível. Abrimos no facão a trilha e fomos seguindo em frente, em busca da primeira árvore de copaíba.


Entre insetos, árvores grandiosas, flores e odores de mata, a paisagem começou então a se revelar e belezas nos surpreendiam a cada passo.


Descobrir a floresta é uma aventura que ensina. Cada lugar, mata adentro nos convida a observar e a reavaliar valores urbanos de consumo e de respeito com quem nos provê desde o início dos tempos. Nos convida a observar o ambiente, forte e frágil, que precisa de cuidados com nossa rica biodiversidade. A compreensão no olhar, no sentir, no tocar nos fez seguir em frente com foco nas copaibeiras.



As árvores não são plantadas, elas nascem de forma natural pela floresta e nem sempre estão próximas uma das outras, o que dificulta a logística de extração e transporte.


Chegamos à conclusão de que realmente para andar nas áreas de extração, entre as árvores, procurando cada uma delas, você precisa ter um preparo físico aeróbico e conseguir saber se localizar no ambiente onde elas se encontram. Como a copa das árvores são altas e tampam o acesso ao sol, só conseguimos saber que o dia está na metade se os raios solares entram por cima, ou seja meio-dia. Desse horário em diante o senso de localização se dá pelo pôr do sol e sempre em direção ao rio, para não se perder na selva.


O solo é fofo e com muitas raízes minúsculas que se entrelaçam formando uma espécie de colchão natural. Sentimos uma sensação de leveza ao andar dentro da floresta.

Aos poucos a magia e os encantos da floresta vão envolvendo a todos com cores esverdeadas, árvores de todos os tons de marrons, sons e cheiros energizantes.


Naquele momento sentimos que havíamos realmente mergulhado em um novo universo, em um novo mundo, cheio de novidades.


As sementes das copaibeiras são a base da alimentação de diversos animais e pássaros nativos da região que as dispersam e é por isso que as árvores não nascem tão próximas umas das outras. Os animais se alimentam das sementes pois elas possuem ativos naturais que os ajudam a enfrentar as dificuldades de sobrevivência dentro da selva.


As copaíbas são árvores nativas, que crescem naturalmente na região tropical da América Latina e também da África Ocidental. Existem em maior quantidade na região Amazônica e centro oeste. A espécie que visitamos é a Copaifera officinallis.


O gênero Copaifera possui 72 espécies, sendo que 16 delas são encontradas no Brasil. Popularmente conhecidas como copaibeiras ou Pau-d’Óleo, as copaíbas podem atingir até 50 m de altura e viver mais de 400 anos. São árvores robustas, grandiosas e muito resistentes. O óleo essencial de copaíba é produzido no caule da árvore e é sua resina natural de proteção contra fungos, bactérias e micróbios.



Para a extração do óleo resina é feito o manejo sustentável desse ativo vegetal, dentro das leis ambientais com controle da SEMA, Secretaria do Meio Ambiente e do IDAM, Instituto de Desenvolvimento da Amazônia. Na região onde visitamos existem muitos igarapés e nascentes de água potável. Por um lado, isso nos ajudou com o fornecimento de água durante toda a caminhada, mas em alguns locais a travessia na trilha era por dentro de riachos com lama até os joelhos, o que dificultou o trajeto. A trilha é maravilhosa, belíssima e com um aroma de floresta que carrega uma certa umidade no ar, deixando os odores herbais, lenhosos, amadeirados e frescos ainda mais intensos.


Depois de quase 1 hora de caminhada encontramos a primeira copaibeira, mas ela era muito jovem e não estava preparada para retirada do óleo essencial resina, tinha a aproximadamente 40 anos, partimos então para as próximas árvores adultas. A segunda árvore que encontramos nunca tinha sido perfurada pelos mateiros da região, então pudemos acompanhar desde o início como é a perfuração e toda a metodologia de acesso ao veio da resina, o que não é nada fácil.


Os produtores perfuram a árvore em um lugar, na altura de 1,10 m do chão. Nesse furo eles encaixam um duto condutor de resina que deverá retirar por pressão uma parte do bálsamo da planta, sem prejudicar a vida da árvore. Essa resina desce pelos cânulos, até as cubas de coleta, recipientes específicos que facilitam o recolhimento dessa matéria prima. A resina extraída é filtrada para retirar os resíduos e restinhos de madeira, garantindo assim o controle do material integral puro. Por fim, o furo é fechado com madeira, argila ou cera e a mesma árvore só vai produzir mais resina na próxima coleta, aproximadamente 4 ou 6 meses depois, sendo esse o período de descanso. Existe essa necessidade de tempo entre as coletas para que a árvore recupere o fluxo natural da produção da resina, sem agressão à flora.


Para a comercialização, as comunidades envolvidas no processo de extração se reúnem e armazenam toneladas de matéria prima para posterior venda aos grandes laboratórios e empresas cosméticas. O rendimento por árvore é de aproximadamente 10 litros por ano, podendo chegar até a 30 litros por extração, dependendo da árvore e da época do ano. Para esse tipo de manejo, são utilizadas árvores centenárias, ou seja, com mais de 100 anos de existência.


Mais curiosidades sobre a coleta


Nem sempre a coleta da resina é possível. No caso da segunda árvore que visitamos e na qual ajudamos a equipe a perfurar o orifício por 1 hora, com um ferramental que se chama “trado”, não conseguimos localizar o veio e não coletamos o desejado. O produtor que estava conosco disse que existe uma lenda sobre isso na floresta, que se passa de pai para filho. A lenda diz que é necessário verificar o tempo, antes de sair de casa, dando-se preferência para um dia calmo e sem vento. Além disso, para se perfurar uma árvore pela primeira vez, não se pode vir conversando, fazendo barulho, é preciso se aproximar dela com muito carinho e amor, se não ela sente a presença de estranhos e “trava a resina”, transportando a matéria-prima para cima da copa das árvores. No dia em que fomos visitá-la estava ventando e, apesar de estarmos em uma equipe pequena, fizemos um pouco de barulho ao chegar. Não extraímos nada daquela árvore, mas a experiência foi maravilhosa e muito rica em conexão com os enteais e forças da natureza. Eles realmente existem e estavam conosco durante o dia todo. Tudo o que sabemos e estudamos não chega aos pés do conhecimento das pessoas daquela região onde estávamos. Aprendemos muito naquele dia, lições de sobrevivência e de vida, de como devemos tratar a natureza e os ativos naturais da flora brasileira.


A coleta só foi possível após a terceira árvore, na qual os produtores locais já haviam coletado o óleo há 4 ou 5 meses atrás e a árvore se encontrava no período de descanso. Extraímos quase 1 litro de resina em 15 minutos de coleta, sendo que no começo o fluxo é maior e vai diminuindo com o passar do tempo. Os produtores rurais ficam o dia todo coletando o material para no final do dia transportá-lo e armazená-lo nas casas dos ribeirinhos, que são palafitas suspensas feitas de madeira. De lá, o óleo é transportado pelo rio e por transportadoras até Manaus. Esse ano os produtores da região estimam que a extração será de aproximadamente 300 a 400 litros de óleo essencial resina de copaíba puro na área que visitamos. O óleo extraído puro tem um odor forte, característico das copaibeiras e se assemelha a uma lembrança ambarada, doce, acre e levemente amadeirada, com um toque suave floral, feminino. Sua cor é amarelada e transparente com densidade mais densa se comparado a outros óleos essenciais da linha da WNF, por isso chamados ele de óleo resina. Sua viscosidade também influencia para a classificação de resina. Isso porque se colocado direto na pele ele não é rapidamente absorvido, deixando um residual um pouco oleoso, até completa absorção.


A história do óleo essencial de copaíba começa em 1534, data em que encontramos as primeiras citações dessa matéria prima, quando Pethus Martins escreve uma carta ao Papa Leão X, contando que os índios usavam um remédio poderosíssimo, com o nome de copei, para tratar feridas e inflamações diversas. Os indígenas descobriram o poder do óleo essencial de copaíba observando o comportamento de alguns animais feridos que se esfregavam nos troncos das árvores dessa espécie.


Na mesma época, o jesuíta José Acosta publicava sobre os benefícios de cura e

poder de cicatrização do óleo de copaíba na pele, sendo uma das primeiras publicações formais sobre o assunto.


A origem do nome copaíba parece vir do tupi cupa-yba, que significa “a árvore de depósito”, ou que tem jazida, em alusão ao óleo que guarda em seu interior.


Como já dissemos, as copaíbas são um patrimônio dos povos ancestrais brasileiros e suas propriedades são conhecidas e usadas pelos indígenas já há muitos anos, para várias finalidades, como tratar feridas, ajudar em inflamações, infecções na pele, picadas diversas, na manutenção da saúde e de tudo o que eles enfrentam na vida na floresta.



Nós da WNF nos sentimos muito gratos pela recepção dos produtores rurais, dos ribeirinhos, de toda a equipe que nos acolheu durante essa expedição e principalmente pelo amor incondicional da natureza que nos provê todos os dias com diversos ativos naturais necessários para a sobrevivência e harmonia universal do nosso planeta.


Estamos muito felizes em poder compartilhar todo esse conhecimento e ajudar a estabelecer as novas fronteiras do que serão as pesquisas e estudos que ainda virão sobre esse ativo maravilhoso e tão precioso que é a resina de copaíba brasileira. Ainda temos muito a descobrir sobre essa matéria-prima e outras de origem brasileira.


É uma imensidão de possibilidades e de puro amor que pulsa da Terra para manutenção desse bioma grandioso.


Como todos os óleos essenciais da WNF, há uma certa preocupação na escolha dos fornecedores e, por isso, seguimos alguns protocolos de qualificação, validação e chancela para aprovação de novas matérias-primas dentro da empresa. Os estudos, cromatografias e fichas técnicas são feitos em laboratórios terceirizados para garantir a credibilidade do produto analisado. O óleo essencial resina de copaíba da WNF, o qual fomos validar no local de extração, é rico em beta- cariofileno (35 a 50%), alfa- humuleno e alfa-copaeno, sendo 97,4 % de sesquiterpenos. Dados que atestam sua qualidade e excelência.


Como existem 16 espécies dessa árvore no Brasil, podemos ter certas variações na composição molecular deste óleo essencial, sendo que mais o importante nessa avaliação é a presença majoritária do ácido copálico presente na cromatografia gasosa. Só assim podemos garantir as funcionalidades, credibilidade e originalidade do puro óleo essencial resina de copaíba.


E para que serve o óleo essencial resina de copaíba?


Tradicionalmente o bálsamo, ou resina, tem sido usado pelas comunidades amazônicas para curar doenças de pele, acalmar picadas de insetos e de cobra. Se misturado ao mel, diz-se que pode ajudar em infecções de garganta e como expectorante do sistema respiratório em geral. Se pingado 2 gotas em um copo de água, é usado em gargarejos para gengivites, inflamações de dentes ou para algumas dores de gargantas.


Nas bases de dados de artigos científicos, existem mais de 1600 artigos detalhando as atividades da Copaíba. Dentre estes artigos destaco o trabalho realizado por PEREIRA e colaboradores, publicado no Journal Health NPEPS

(http://dx.doi.org/10.30681/252610103189) que determinou a atividade antimicrobiana contra o Staphylococcus aureus ATCC 25923 e Escherichia coli ATCC 25922, SILVA em 2019 em sua dissertação de mestrado avaliou a ação do óleo de copaíba em formulações, indicando seu potencial como fitoterápico (https://repositorio.ufopa.edu.br/jspui/handle/123456789/456). Em outro trabalho realizado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, por DIFENBACH, publicado na revista Phytotherapy Research, em 2018, (https://doi.org/10.1002/ptr.5992), foi avaliada sua ação para uso na cavidade oral e no tratamento de caries e doenças periodontais, devido sua ação antimicrobiana.


ESTEVÃO e colaboradores testaram a copaíba como hidratante cutâneo com êxito. (http://dx.doi.org/10.1590/so100-204X2009000400011). Na pele também foi testada a copaíba como antiacne, devido suas propriedades inibitórias do Propionibacterium acnes, sendo bastante eficaz como secativo natural.


Também atua no sistema endocanabinóide do organismo humano, já que o beta-cariofileno e alfa-humuleno se ligam aos receptores CB, tipo 2, ativando o sistema imunológico, modulando as inflamações e atuando sobre dores em geral. Não há ligação aos receptores do tipo 1, que são responsáveis pela ação psicoativa, portanto ela não interfere na cognição do sistema nervoso central.


Existem estudos complementares sobre efeitos positivos para auxiliar em certas inflamações, assepsias e como complemento natural para regeneração celular em geral. No couro cabeludo, pode ser usado para ajudar em psoríases e descamações diversas com pequenas feridas. Em alguns casos de dermatites leves de contato ou alergias, a copaíba misturada com óleo vegetal ajudou a acalmar o local, aliviar coceiras e regenerar a pele.



E como usar o óleo essencial resina de copaíba puro? E a versão pronta para uso na pele e cabelo?



A WNF lançou no seu portifólio o óleo essencial resina de copaíba puro e o óleo de copaíba pronto para pele e cabelo, a 3% de concentração em base de óleo vegetal de abacate.


O primeiro é puro e pode ser usado direto na pele ou misturado a óleo vegetal (qualquer um), creme neutro, argila ou gel neutro. Nesse caso é necessário conhecer os protocolos e técnicas de aplicação. O óleo pronto para uso só pode ser aplicado na pele ou cabelo conforme orientação e necessidade.




Uso nos cabelos, para leves coceiras e fortalecimento do couro cabeludo:



Use antes de lavar, na pré-lavagem, com os cabelos limpos e secos e aplique o conteúdo de 5 ml até no máximo 10 ml (depende do comprimento dos cabelos), direto no couro cabeludo, puxando o óleo da raiz para as pontas dos fios. Deixe agir por no máximo 10 minutos e em seguida lave com shampoo da linha Ethereal Plasma ou da linha Vegana, Raízes Fortes ou Couro Detox.





Na face e no corpo, como hidratante pós-banho:


Depois de secar a pele aplique o óleo pronto para uso direto no local desejado e massageie até completa absorção.


Você pode também fazer uma sinergia relax para acalmar e ajudar a dormir e regenerar a pele ressecada e com fissuras. Nesse caso, escolha uma sinergia com o óleo essencial de lavanda e o óleo essencial resina de copaíba puro. Misture em uma cubeta ou xicara limpa 6 ml de óleo de abacate para 3 gotas de lavanda e 1 gota de óleo essencial resina de copaíba puro, passe no corpo limpo e seco após o banho. Essa mistura também pode ser colocada direto na água da banheira. Nesse caso faça imersão de no máximo 20 minutos e seque como de costume. Pode ser usado até 3 x na semana.


Se no local existir a necessidade de que a mistura seja mais forte, em casos de leves dermatites ou alergias, use 2 ml de óleo de abacate para 2 gotas de óleo essencial resina de copaíba, aplique no ponto que deseja até total absorção, sempre massageando o local. Use por pelo menos 4 dias seguidos.


Nas unhas, pés e lábios, contra ressecamentos e para regeneração celular:


Com as unhas, pés e lábios limpos e secos, aplique 1 ml de óleo de jojoba com 1 gota de óleo essencial resina de copaíba puro e massageie o local até a absorção total do produto.

Pode ser usado diariamente por no máximo 15 dias seguidos. Depois use 3 x por semana.


Em picadas ou acne:


Use direto na pele, uma gota. No máximo 3 vezes ao dia por 3 dias seguidos.


Atenção: Antes de usar qualquer tipo de óleo essencial, mesmo sendo puro, faça o teste de alergenicidade. Passe uma gota no ant braço e espere 3 minutos, se não houver ardência e nem vermelhidão, pode usar o óleo com segurança.


As dosagens acima descritas são leves e estão dentro dos padrões seguros de protocolos para o uso no corpo.






Fonte:

DIFENBACH, publicado na revista Phytotherapy Research, em 2018, , (https://doi.org/10.1002/ptr.5992

por PEREIRA e colaboradores, publicado no Journal Health NPEPS (http://dx.doi.org/10.30681/252610103189)

ESTEVÃO e colaboradores, testaram a copaíba como hidratante cutâneo com êxito. (http://dx.doi.org/10.1590/so100-204X2009000400011).

SILVA em 2019 em sua dissertação de mestrado avaliou a ação do óleo de copaíba em formulações, indicando seu potencial como fitoterápico (https://repositorio.ufopa.edu.br/jspui/handle/123456789/456).

Valdir F. Veiga Junior e Angelo C. Pinto

LIDIAM Maia Leandro, Fabiano de Sousa Vargas, Paula Crustaina Sousa Barbosa, Valdir Florêncio da Veiga-junior, Chemistry and Biological Activities os terpenoids from copaíba, 2012.

TCC Sra Elisa Umehara formação em aromaterapia. Foco no óleo de copaíba puro. Testou e usou o óleo da WNF durante os estudos para a conclusão do TCC, com êxito

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